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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

"A Máquina do Tempo" de H. G. Wells [Opinião Literária]





Título: A Máquina do Tempo
Autor: H. G. Wells
Editora: Publicações Europa-América




22:58 Publicada por Unknown 2

sábado, 4 de janeiro de 2014

"Cartas na Mesa" de Agatha Christie [Opinião Literária]




Título: Cartas na Mesa
Autora: Agatha Christie
Editora: Edições Asa
Coleção: Obras de Agatha Christie (nº18) / Inspetor-chefe Battle (nº3) / Hercule Poirot (nº13)



22:46 Publicada por Unknown 4

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

"A Cidade das Almas Perdidas" de Cassandra Clare [Opinião Literária]




Título: A Cidade das Almas Perdidas
Autora: Cassandra Clare
Editora: Planeta
Coleção: Caçadores de Sombras (nº5)




18:27 Publicada por Unknown 2

domingo, 29 de dezembro de 2013

"Destino Desconhecido" de Agatha Christie [Opinião Literária]




Título: Destino Desconhecido
Autora: Agatha Christie
Editora: Edições Asa
Coleção: Obras de Agatha Christie (nº65)




00:04 Publicada por Unknown 0

sábado, 28 de dezembro de 2013

"A Cidade dos Anjos Caídos" de Cassandra Clare [Opinião Literária]





Título: A Cidade dos Anjos Caídos
Autora: Cassandra Clare
Editora: Planeta
Coleção: Caçadores de Sombras (nº4)




16:07 Publicada por Unknown 0

"Clube de Sangue" de Charlaine Harris [Opinião Literária]




Título: Clube de Sangue
Autora: Charlaine Harris
Editora: Saída de Emergência
Coleção: Sangue Fresco (nº3)




14:57 Publicada por Unknown 10

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

"O Cântico de Natal" de Charles Dickens [Opinião Literária]





Título: O Cântico de Natal
Autor: Charles Dickens
Editora: Bis




12:10 Publicada por Unknown 3

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

"Os Cinco Relógios" de Agatha Christie [Opinião Literária]




Título: Os Cinco Relógios
Autora: Agatha Christie
Editora: Edições Asa
Coleção: Obras de Agatha Christie (nº38) / Hercule Poirot (nº32)




18:50 Publicada por Unknown 2

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

"Pátria" de R. A. Salvatore [Opinião Literária]





Título: Pátria
Autor: R. A. Salvatore
Editora: Saída de Emergência
Coleção: Trilogia do Elfo Negro (nº1)




22:42 Publicada por Unknown 2

"Onde Vais Isabel?" de Maria Helena Ventura [Opinião Literária]





Título: Onde Vais Isabel?
Autora: Maria Helena Ventura
Editora: Saída de Emergência





14:12 Publicada por Unknown 3

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

"O Jogo Final" de Orson Scott Card [Opinião Literária]




Título: O Jogo Final
Autor: Orson Scott Card
Editora: Editorial Presença
Coleção: Ender (nº1)




00:08 Publicada por Unknown 0

domingo, 15 de dezembro de 2013

"Mil Novecentos e Oitenta e Quatro" de George Orwell [Opinião Literária]





Título: Mil Novecentos e Oitenta e Quatro
Autor: George Orwell
Editora: Antígona




21:35 Publicada por Unknown 10

sábado, 7 de dezembro de 2013

"Os Reinos do Norte" de Philip Pullman [Opinião Literária]




Título: Os Reinos do Norte
Autor: Philip Pullman
Editora: Editorial Presença
Coleção: Mundos Paralelos (nº1)



18:06 Publicada por Unknown 6

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

"Uma Promessa Para Toda a Vida" de Nicholas Sparks [Opinião Literária]




Título: Uma Promessa Para Toda a Vida
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Edições Asa






23:22 Publicada por Unknown 0

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

"Na Hora H" de Agatha Christie [Opinião Literária]




Título:
 Na Hora H
Autora: Agatha Christie
Editora: Edições Asa
Coleção: Obras de Agatha Christie (nº41) / Inspetor-chefe Battle (nº5)





17:04 Publicada por Unknown 2

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

"Beijo do Ferro" de Patricia Briggs [Opinião Literária]





Título: Beijo do Ferro
Autora: Patricia Briggs
Editora: Saída de Emergência
Coleção: Série Mercy Thompson (nº3)



17:15 Publicada por Unknown 0

terça-feira, 26 de novembro de 2013

"O Codex 632" de José Rodrigues dos Santos [Opinião Literária]

Título: O Codex 632

Autor: José Rodrigues dos Santos

Editora: Gradiva

Coleção: Série Tomás Noronha (nº1)

Sinopse:

A mensagem foi encontrada entre os papéis que um velho historiador deixara no Rio de Janeiro antes de morrer. 
MOLOC

NINUNDIA OMASTOOS

Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em criptanálise e línguas antigas, foi contratado para descodificar esta estranha cifra. Mas o mistério que ela encerrava revelou estar para além da sua imaginação, lançando-o inesperadamente na pista do mais bem guardado segredo dos Descobrimentos: a verdadeira identidade e missão de Cristóvão Colombo.

Baseado em documentos históricos genuínos, O Codex 632 transporta-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, numa aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, num autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade.

Opinião:

Como apreciadora da História Portuguesa, em particular do período fascinante denominado de Descobrimentos, não poderia deixar passar a oportunidade de ler esta obra. Nela, José Rodrigues dos Santos elabora uma tese credível acerca da origem de uma das personagens mais relevantes dessa época. Atacando as inúmeras inconsistências no relato da vida de Cristóvão Colombo, o autor pretende oferecer uma resposta a este grande mistério. Afinal, quem foi realmente Colombo? Qual era a sua verdadeira nacionalidade? E o que estaria por detrás da sua viagem e subsequente descoberta do Brasil?

É notória a avidez de José Rodrigues dos Santos pela pesquisa histórica, assente em documentos genuínos, e depreende-se que foi levada a cabo uma investigação minuciosa dos jogos políticos por detrás dos Descobrimentos, o que se traduz numa obra rica e complexa. Por vezes, o autor chega mesmo a incluir tantas referências e conteúdos históricos, debitados um atrás do outro sem cessar, que se torna difícil seguir uma linha de raciocínio lógica. Neste aspeto, o livro torna-se algo maçudo, mas a sucessão constante de especulações extraordinárias é cativante o suficiente para prender o leitor. Por conseguinte, a escrita é simples e acessível, mas o ritmo peca pelas constantes interrupções da ação com explicações densas, repetitivas e demasiado descritivas. Enquanto leitora de outras obras deste autor, senti a falta do embelezamento na escrita que normalmente associo a José Rodrigues dos Santos, na medida em que a linguagem se torna muito direta e pouco marcante.

Relativamente às personagens, gostei bastante do protagonista, Tomás Noronha, um indivíduo com muitos defeitos mas com características redentoras. A sua vida familiar é desenvolvida paralelamente à investigação principal, o que poderá explicar a abordagem mais apressada e por vezes algo piegas de alguns acontecimentos. A inclusão da temática da Sindrome de Down é louvável, fica a alusão às grandes dificuldades pelas quais passam os pais de crianças que padecem desta condição.   

Aconselho vivamente a quem, como eu, aprecia um bom mistério, a quem não se deixa intimidar por uma imensidão de factos históricos, e a quem gostaria de descodificar o enigma por detrás da vida do descobridor da América.
00:13 Publicada por Unknown 4

domingo, 24 de novembro de 2013

"Admirável Mundo Novo" de Aldous Huxley [Opinião Literária]

Título: Admirável Mundo Novo

Autor: Aldous Huxley

Editora: Antígona

Sinopse:

A famosa distopia de Aldous Huxley sobre uma sociedade totalitária do futuro, regida pela tecnologia e pelo materialismo e sob a máscara da democracia e da felicidade.

“Admirável Mundo Novo" é uma parábola fantástica sobre a desumanização dos seres humanos. Na utopia negativa descrita no livro, o Homem foi subjugado pelas suas invenções. A ciência, a tecnologia e a organização social deixaram de estar ao serviço do Homem; tornaram-se os seus amos. Desde a publicação deste livro, o mundo rumou a passos tão largos na direcção errada que, se eu escrevesse hoje a mesma obra, a acção não distaria seiscentos anos do presente, mas somente duzentos. O preço da liberdade, e até da simples humanidade, é a vigilância eterna. 

Opinião:

Este clássico distópico retrata uma sociedade futura onde o progresso científico tomou as rédeas da civilização e já nada se assemelha ao que conhecemos hoje em dia. O ser humano é criado em instalações científicas e condicionado biológica e psicologicamente desde o seu primeiro momento de vida para cumprirem uma determinada função. A hierarquia social subsiste através de um sistema rígido de castas, com características bem definidas que são implantadas e recalcadas nos indivíduos desde cedo. Desde manipulações químicas e genéticas nos embriões, à própria utilização de mensagens subliminares durante o sono das crianças, o governo assegura assim a existência de mão-de-obra compatível com cada função e assume o seu poder como uma verdade inquestionável.

Elimina-se o amor em detrimento da desinibição sexual, a monogamia dá lugar à poligamia e o conceito de família dissolve-se na busca incessante pela satisfação das necessidades fisiológicas do ser humano. Eliminam-se os valores morais e religiosos, encoraja-se a procura de entretenimento em atividades recreativas e assegura-se a felicidade inconsciente através da toma diária de uma droga. E, consequentemente, eliminam-se também quaisquer fontes de emoções, consideradas inúteis e aberrantes.

É este o arquétipo social ideal que a obra apresenta: não existe qualquer sentimento de injustiça social, não há conflitos ou reivindicações, o povo vive feliz e contente por fazer parte de uma máquina bem oleada, sem questionar a sua existência. Aliás, como poderiam reclamar quando foram programados para desejar esta mesma vida e nada mais?

Não é esta uma perspetiva assustadora? A ideia que podemos ser tão facilmente manipulados para nos submetermos a ideais pré-concebidos e regermos as nossas vidas segundo as convenções sociais. Mas não é precisamente isto que acontece já nos dias de hoje? Não somos nós bombardeados constantemente pelos media com imagens e mensagens subliminares acerca do que devemos comprar, vestir, comer, usar, fazer? Será que as nossas vidas são assim tão livres de influências externas como pensamos?

Apesar de pura ficção, não posso deixar de considerar este livro como uma visão profética. Mal posso acreditar que foi escrito em 1931! É assustadoramente atual e não augura nada de bom para o futuro da humanidade. No fundo, Aldous Huxley formula um aviso, um apelo à humanidade para se acautelar diante das consequências nefastas de um “progresso” científico levado ao extremo.

Uma das poucas desilusões nesta obra foi o leque de personagens apresentadas. Não consegui estabelecer empatia com nenhuma, faltou algo na caracterização e acabei por me desligar um pouco das personagens para me concentrar no desenvolvimento da ação. Na minha opinião, as personagens aqui são meros veículos para transmitir ideias, utilizadas como peões nas jogadas brilhantes que o autor executa com este enredo intemporal.

O próprio final foi um dissabor. Senti falta de algo mais pujante, mas este é provavelmente o desenlace que se coaduna realmente com a verdadeira natureza da humanidade. Esta é sem dúvida uma obra impressionante, que se mantém muito relevante na atualidade. Afinal, talvez não falte assim tanto para chegarmos a este Admirável Mundo Novo!

23:17 Publicada por Unknown 8

sábado, 23 de novembro de 2013

"O Despertar das Trevas" de Karen Chance [Opinião Literária]

Título: O Despertar das Trevas

Autora: Karen Chance

Editora: Gailivro

Coleção: Série Cassandra Palmer (nº1)

Sinopse:

Cas­san­dra Pal­mer con­se­gue ver o futuro e comu­ni­car com espí­ri­tos, dons que a tor­nam atra­ente para os mor­tos e mortos-​vivos. Os fan­tas­mas dos mor­tos não cos­tu­mam ser peri­go­sos, ape­nas gos­tam de con­ver­sar… e muito. O mortos-​vivos já são outra con­versa.

Como qual­quer rapa­riga sen­sata, Cas­sie tenta evi­tar os vam­pi­ros. Mas, quando o mafi­oso suga­dor de san­gue a quem fugira há três anos a reen­con­tra com intui­tos de vin­gança, Cas­sie é obri­gada a recor­rer ao Senado dos vam­pi­ros em busca de pro­tec­ção.

Os sena­do­res dos mortos-​vivos não irão ajudá-​la sem con­tra­par­ti­das. Cas­sie terá de cola­bo­rar com um dos seus mem­bros mais pode­ro­sos, um vam­piro mes­tre peri­go­sa­mente sedu­tor. E o preço que ele exige poderá ser supe­rior ao que Cas­sie está dis­posta a pagar…

Opinião:

Partindo de uma premissa que me parecia já bastante gasta – afinal, os vampiros são as criaturas que mais abundam no género fantástico –, confesso que não tinha expectativas muito altas para esta leitura. No entanto, tenho de dar o braço a torcer e admitir que Karen Chance conseguiu trazer algo suficientemente original, incluindo uma série de seres mitológicos e criando um sistema hierárquico muito interessante.   

A protagonista, Cassie, é uma verdadeira heroína e uma jovem que anseia pela independência acima de tudo (um grande ponto a favor!) e as restantes personagens são cativantes e inusitadas (um destaque especial para o seu espírito da guarda, Billy Joe, cuja dinâmica com Cassie é imperdível). Um aspeto curioso relativamente às personagens secundárias é a introdução de figuras históricas na narrativa. Desde Cleópatra a Drácula e os seus irmãos, passando por Rasputin, Kit Marlowe, Jack o Estripador, a autora utiliza estas e muitas outras figuras da História como intervenientes na estória. Porém, embora inicialmente tenha apreciado este facto, a meio do livro chegou um momento em que estas referências se tornaram num exagero.

Contudo, o verdadeiro problema nesta obra é a carrada de informação que Karen Chance despeja no leitor sem grande contexto ou fluidez. Os info-dumps neste livro são constantes e tornam a estória desconexa e muito maçuda. A própria mitologia é bastante complexa e é impossível entrar no ritmo de uma estória quando somos bombardeados com inúmeras informações sobre os mais diversos assuntos a todos os instantes. Não estou a exagerar, a autora é capaz de interromper a descrição de uma luta para explicar todos os pequenos detalhes da história de vida de uma personagem, ou da origem de um determinado poder, ou qualquer coisa que lhe surja e que nem sempre vem a propósito do momento. No fundo, a escrita de Karen Chance é muito descritiva, peca por excesso na tentativa de contextualizar o leitor e beneficiaria de mais diálogos para aliviar a densidade da narrativa.

Apesar de tudo, um dos pontos fortes da autora é sem dúvida o seu humor negro e peculiar, patente em grande parte dos pensamentos e diálogos de Cassie. A própria estória tem bastante ação, o ritmo por vezes torna-se bastante intenso (quando não é quebrado por descrições inconvenientemente detalhadas) e a leitura desenvolve-se avidamente nalgumas partes. Para além disso, existe uma forte carga sensual que se vai desenvolvendo ao longo da estória e culmina em cenas bastante provocantes e bem conseguidas.

O desenlace final é estimulante e envolvente mas confesso que o poder de Cassie em viajar no tempo e alterar o futuro através do passado não me convenceu totalmente. São poucas as estórias que conseguem introduzir o conceito de viajar no tempo de forma adequada e não creio que esta seja uma delas. No final, tornou-se tudo muito confuso e a autora não foi capaz de esclarecer alguns pormenores de forma satisfatória.

Em geral, penso que esta é uma estória com grande potencial que merecia uma execução mais polida e não tão abrupta. Refrescante enquanto apreciadora do género sobrenatural mas pouco marcante enquanto leitora.
19:03 Publicada por Unknown 3