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domingo, 23 de março de 2014

"O Gabinete de Curiosidades" de Douglas Preston & Lincoln Child [Opinião Literária]





Título: O Gabinete de Curiosidades
Autores: Douglas Preston & Lincoln Child
Editora: Arcádia
Coleção: Série Pendergast (nº3)


19:59 Publicada por Unknown 0

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

"O Aprendiz" de Tess Gerritsen [Opinião Literária]





Título: O Aprendiz
Autora: Tess Gerritsen
Editora: Bertrand Editora
Coleção: Rizzoli & Isles (nº2)




20:49 Publicada por Unknown 12

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

"Intriga em Bagdade" de Agatha Christie [Opinião Literária]





Título: Intriga em Bagdade
Autora: Agatha Christie
Editora: Edições Asa
Coleção: Obras de Agatha Christie (nº35)




18:35 Publicada por Unknown 6

sábado, 11 de janeiro de 2014

"Inferno" de Dan Brown [Opinião Literária]




Título: Inferno
Autor: Dan Brown
Editora: Bertrand Editora
Coleção: Série Robert Langdon (nº4)




23:28 Publicada por Unknown 8

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

"A Máquina do Tempo" de H. G. Wells [Opinião Literária]





Título: A Máquina do Tempo
Autor: H. G. Wells
Editora: Publicações Europa-América




22:58 Publicada por Unknown 2

sábado, 4 de janeiro de 2014

"Cartas na Mesa" de Agatha Christie [Opinião Literária]




Título: Cartas na Mesa
Autora: Agatha Christie
Editora: Edições Asa
Coleção: Obras de Agatha Christie (nº18) / Inspetor-chefe Battle (nº3) / Hercule Poirot (nº13)



22:46 Publicada por Unknown 4

domingo, 29 de dezembro de 2013

"Destino Desconhecido" de Agatha Christie [Opinião Literária]




Título: Destino Desconhecido
Autora: Agatha Christie
Editora: Edições Asa
Coleção: Obras de Agatha Christie (nº65)




00:04 Publicada por Unknown 0

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

"O Cântico de Natal" de Charles Dickens [Opinião Literária]





Título: O Cântico de Natal
Autor: Charles Dickens
Editora: Bis




12:10 Publicada por Unknown 3

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

"Os Cinco Relógios" de Agatha Christie [Opinião Literária]




Título: Os Cinco Relógios
Autora: Agatha Christie
Editora: Edições Asa
Coleção: Obras de Agatha Christie (nº38) / Hercule Poirot (nº32)




18:50 Publicada por Unknown 2

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

"Pátria" de R. A. Salvatore [Opinião Literária]





Título: Pátria
Autor: R. A. Salvatore
Editora: Saída de Emergência
Coleção: Trilogia do Elfo Negro (nº1)




22:42 Publicada por Unknown 2

sábado, 7 de dezembro de 2013

"Os Reinos do Norte" de Philip Pullman [Opinião Literária]




Título: Os Reinos do Norte
Autor: Philip Pullman
Editora: Editorial Presença
Coleção: Mundos Paralelos (nº1)



18:06 Publicada por Unknown 6

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

"A Menina na Falésia" de Lucinda Riley [Opinião Literária]






Título: A Menina na Falésia
Autora: Lucinda Riley
Editora: Edições Asa




18:40 Publicada por Unknown 2

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

"Fumo Azul" de Nora Roberts [Opinião Literária]






Título: Fumo Azul
Autora: Nora Roberts
Editora: Saída de Emergência [Chá das Cinco]



21:25 Publicada por Unknown 2

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

"Uma Promessa Para Toda a Vida" de Nicholas Sparks [Opinião Literária]




Título: Uma Promessa Para Toda a Vida
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Edições Asa






23:22 Publicada por Unknown 0

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

"Na Hora H" de Agatha Christie [Opinião Literária]




Título:
 Na Hora H
Autora: Agatha Christie
Editora: Edições Asa
Coleção: Obras de Agatha Christie (nº41) / Inspetor-chefe Battle (nº5)





17:04 Publicada por Unknown 2

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

"Beijo do Ferro" de Patricia Briggs [Opinião Literária]





Título: Beijo do Ferro
Autora: Patricia Briggs
Editora: Saída de Emergência
Coleção: Série Mercy Thompson (nº3)



17:15 Publicada por Unknown 0

terça-feira, 26 de novembro de 2013

"O Codex 632" de José Rodrigues dos Santos [Opinião Literária]

Título: O Codex 632

Autor: José Rodrigues dos Santos

Editora: Gradiva

Coleção: Série Tomás Noronha (nº1)

Sinopse:

A mensagem foi encontrada entre os papéis que um velho historiador deixara no Rio de Janeiro antes de morrer. 
MOLOC

NINUNDIA OMASTOOS

Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em criptanálise e línguas antigas, foi contratado para descodificar esta estranha cifra. Mas o mistério que ela encerrava revelou estar para além da sua imaginação, lançando-o inesperadamente na pista do mais bem guardado segredo dos Descobrimentos: a verdadeira identidade e missão de Cristóvão Colombo.

Baseado em documentos históricos genuínos, O Codex 632 transporta-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, numa aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, num autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade.

Opinião:

Como apreciadora da História Portuguesa, em particular do período fascinante denominado de Descobrimentos, não poderia deixar passar a oportunidade de ler esta obra. Nela, José Rodrigues dos Santos elabora uma tese credível acerca da origem de uma das personagens mais relevantes dessa época. Atacando as inúmeras inconsistências no relato da vida de Cristóvão Colombo, o autor pretende oferecer uma resposta a este grande mistério. Afinal, quem foi realmente Colombo? Qual era a sua verdadeira nacionalidade? E o que estaria por detrás da sua viagem e subsequente descoberta do Brasil?

É notória a avidez de José Rodrigues dos Santos pela pesquisa histórica, assente em documentos genuínos, e depreende-se que foi levada a cabo uma investigação minuciosa dos jogos políticos por detrás dos Descobrimentos, o que se traduz numa obra rica e complexa. Por vezes, o autor chega mesmo a incluir tantas referências e conteúdos históricos, debitados um atrás do outro sem cessar, que se torna difícil seguir uma linha de raciocínio lógica. Neste aspeto, o livro torna-se algo maçudo, mas a sucessão constante de especulações extraordinárias é cativante o suficiente para prender o leitor. Por conseguinte, a escrita é simples e acessível, mas o ritmo peca pelas constantes interrupções da ação com explicações densas, repetitivas e demasiado descritivas. Enquanto leitora de outras obras deste autor, senti a falta do embelezamento na escrita que normalmente associo a José Rodrigues dos Santos, na medida em que a linguagem se torna muito direta e pouco marcante.

Relativamente às personagens, gostei bastante do protagonista, Tomás Noronha, um indivíduo com muitos defeitos mas com características redentoras. A sua vida familiar é desenvolvida paralelamente à investigação principal, o que poderá explicar a abordagem mais apressada e por vezes algo piegas de alguns acontecimentos. A inclusão da temática da Sindrome de Down é louvável, fica a alusão às grandes dificuldades pelas quais passam os pais de crianças que padecem desta condição.   

Aconselho vivamente a quem, como eu, aprecia um bom mistério, a quem não se deixa intimidar por uma imensidão de factos históricos, e a quem gostaria de descodificar o enigma por detrás da vida do descobridor da América.
00:13 Publicada por Unknown 4

domingo, 24 de novembro de 2013

"Admirável Mundo Novo" de Aldous Huxley [Opinião Literária]

Título: Admirável Mundo Novo

Autor: Aldous Huxley

Editora: Antígona

Sinopse:

A famosa distopia de Aldous Huxley sobre uma sociedade totalitária do futuro, regida pela tecnologia e pelo materialismo e sob a máscara da democracia e da felicidade.

“Admirável Mundo Novo" é uma parábola fantástica sobre a desumanização dos seres humanos. Na utopia negativa descrita no livro, o Homem foi subjugado pelas suas invenções. A ciência, a tecnologia e a organização social deixaram de estar ao serviço do Homem; tornaram-se os seus amos. Desde a publicação deste livro, o mundo rumou a passos tão largos na direcção errada que, se eu escrevesse hoje a mesma obra, a acção não distaria seiscentos anos do presente, mas somente duzentos. O preço da liberdade, e até da simples humanidade, é a vigilância eterna. 

Opinião:

Este clássico distópico retrata uma sociedade futura onde o progresso científico tomou as rédeas da civilização e já nada se assemelha ao que conhecemos hoje em dia. O ser humano é criado em instalações científicas e condicionado biológica e psicologicamente desde o seu primeiro momento de vida para cumprirem uma determinada função. A hierarquia social subsiste através de um sistema rígido de castas, com características bem definidas que são implantadas e recalcadas nos indivíduos desde cedo. Desde manipulações químicas e genéticas nos embriões, à própria utilização de mensagens subliminares durante o sono das crianças, o governo assegura assim a existência de mão-de-obra compatível com cada função e assume o seu poder como uma verdade inquestionável.

Elimina-se o amor em detrimento da desinibição sexual, a monogamia dá lugar à poligamia e o conceito de família dissolve-se na busca incessante pela satisfação das necessidades fisiológicas do ser humano. Eliminam-se os valores morais e religiosos, encoraja-se a procura de entretenimento em atividades recreativas e assegura-se a felicidade inconsciente através da toma diária de uma droga. E, consequentemente, eliminam-se também quaisquer fontes de emoções, consideradas inúteis e aberrantes.

É este o arquétipo social ideal que a obra apresenta: não existe qualquer sentimento de injustiça social, não há conflitos ou reivindicações, o povo vive feliz e contente por fazer parte de uma máquina bem oleada, sem questionar a sua existência. Aliás, como poderiam reclamar quando foram programados para desejar esta mesma vida e nada mais?

Não é esta uma perspetiva assustadora? A ideia que podemos ser tão facilmente manipulados para nos submetermos a ideais pré-concebidos e regermos as nossas vidas segundo as convenções sociais. Mas não é precisamente isto que acontece já nos dias de hoje? Não somos nós bombardeados constantemente pelos media com imagens e mensagens subliminares acerca do que devemos comprar, vestir, comer, usar, fazer? Será que as nossas vidas são assim tão livres de influências externas como pensamos?

Apesar de pura ficção, não posso deixar de considerar este livro como uma visão profética. Mal posso acreditar que foi escrito em 1931! É assustadoramente atual e não augura nada de bom para o futuro da humanidade. No fundo, Aldous Huxley formula um aviso, um apelo à humanidade para se acautelar diante das consequências nefastas de um “progresso” científico levado ao extremo.

Uma das poucas desilusões nesta obra foi o leque de personagens apresentadas. Não consegui estabelecer empatia com nenhuma, faltou algo na caracterização e acabei por me desligar um pouco das personagens para me concentrar no desenvolvimento da ação. Na minha opinião, as personagens aqui são meros veículos para transmitir ideias, utilizadas como peões nas jogadas brilhantes que o autor executa com este enredo intemporal.

O próprio final foi um dissabor. Senti falta de algo mais pujante, mas este é provavelmente o desenlace que se coaduna realmente com a verdadeira natureza da humanidade. Esta é sem dúvida uma obra impressionante, que se mantém muito relevante na atualidade. Afinal, talvez não falte assim tanto para chegarmos a este Admirável Mundo Novo!

23:17 Publicada por Unknown 8

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

"A Ilha das Três Irmãs" de Nora Roberts [Opinião Literária]

Título: A Ilha das Três Irmãs

Autora: Nora Roberts

Editora: Saída de Emergência [Chá das Cinco]

Coleção: Trilogia das Três Irmãs (nº1)

Sinopse:

Quando Nell Channing chega à acolhedora Ilha das Três Irmãs, acredita que finalmente encontrou um refúgio do seu marido violento... e da vida horrível que levara nos últimos anos. Mas mesmo nesse lugar calmo e distante, Nell nunca se sente inteiramente à vontade.

Escondendo cuidadosamente a sua verdadeira identidade, aceita um lugar como cozinheira num café e começa a explorar os seus sentimentos pelo simpático xerife da ilha. Mas há uma parte de si que ela nunca lhe poderá revelar, pois tem de guardar alguns segredos se quer manter o passado longe de si. Uma palavra a mais... e a sua nova vida tão cuidadosamente montada pode despedaçar-se.

E quando Nell começa a questionar-se se alguma vez será capaz de se libertar do seu medo, apercebe-se de que a ilha sofre de uma terrível maldição que só pode ser desfeita pelas descendentes das Três Irmãs: as bruxas que se instalaram na ilha em 1692. Então, com a ajuda de outras duas mulheres talentosas e determinadas – e com os pesadelos do passado a atormentarem-na constantemente – ela tem que encontrar a força para salvar o seu lar, o seu amor e a sua vida.

Opinião:

Este é o início de mais uma trilogia que promete conciliar a fórmula tradicional dos romances de Nora Roberts com uma boa dose de magia.

Mais uma vez, a autora conseguiu fazer-me apaixonar pelos cenários da sua estória, através das descrições de uma ilha mágica, belíssima e fascinante e de uma pequena comunidade em harmonia com a natureza.

Contudo, o aspeto que merece maior destaque é sem dúvida a abordagem à temática da violência doméstica. A protagonista, Nell, é uma mulher que teve de descobrir toda a sua força interior para escapar ao horror a que era submetida pela pessoa que lhe prometeu amor e proteção. As reações de terror e permanente desconfiança desta personagem pareceram-me extremamente realistas face ao contexto e adorei acompanhá-la na sua jornada de redescoberta da paixão e do poder do amor.

No fundo, a estória não acarreta grande mistério, a narrativa é bastante linear e não há grandes revelações finais, mas a autora compensa com a criação de uma componente mágica mais física e palpável do que o habitual. Com a junção de três mulheres tão diferentes – Nell, Ripley e Mia – é criado um poder assente na natureza, com direito a receitas, feitiços e tudo o que poderíamos querer numa estória de bruxas!

Relativamente à componente romântica, Nora Roberts não desilude. É uma autora com quem podemos sempre contar para conceber cenas tocantes, manipular as emoções do leitor e deixar-me com os sentimentos à flor da pele.

Esta é indubitavelmente uma trilogia que não hesitarei em acompanhar!

18:13 Publicada por Unknown 6